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Se a passagem não abaixar a cidade vai parar!




ATO CONTRA O AUMENTO DAS PASSAGENS
Dia 30 de Janeiro às 14h00min, na Praça 7


No dia 15 de janeiro, o Comitê de Luta Contra o Aumento das Passagens organizou um grande ato na Praça 7. Esse foi o início de uma grande jornada de lutas, rumo à conquista de abaixar o preço da passagem.
Ainda no final de 2012 a população de Belo Horizonte, que já pagava a 6ª passagem mais cara do país, foi surpreendida com mais um aumento. Ao contrário do que diz a Prefeitura, o aumento das passagens não acontece para garantir a qualidade do transporte, já que cada vez mais andamos em ônibus superlotados, com frotas muito velhas e de péssima qualidade. Estes problemas ocorrem porque, em nossa cidade, o transporte é administrado por empresas privadas, que se organizam como uma máfia, e lucram milhões de reais por dia às custas da população belo-horizontina.  O chamado “reajuste”, que ocorreu sem nenhum debate com a sociedade e por debaixo dos panos é, na verdade, mais uma medida dos empresários do transporte coletivo para aumentar ainda mais seus lucros.
Já a Prefeitura e a Câmara Municipal, que deveriam defender a população, são verdadeiros cúmplices da máfia dos transportes. Foram estes empresários que financiaram a campanha do Prefeito Marcio Lacerda e da maioria absoluta dos vereadores e agora vem cobrar estes “investimentos” no bolso da população. Mas os vereadores estão tranquilos, pois este aumento não os afeta em nada, principalmente depois do aumento salarial de mais de 30%, que eles próprios se deram.
Na região metropolitana a situação é ainda pior. As passagens tiveram alta de 6%, chegando ao valor de até 5 reais para algumas cidades. Além do mais, não existe nenhum sistema de integração com a capital, ou seja, o usuário que vai até Belo Horizonte todos os dias chega a gastar mais de 10 reais por dia com o transporte.
Este aumento das passagens significa muito no bolso dos trabalhadores, pois segundo o IBGE as famílias brasileiras gastam mais com transporte do que com a alimentação. Além disso, o meio passe estudantil, conquistado após 30 anos de luta, ainda não abrange todos que precisam, pois a Prefeitura se nega a resolver o problema. O resultado disso é que 30 % dos estudantes param de estudar por não ter dinheiro para chegar à escola.
Em 2013 será feita a revisão da concessão dos transportes e precisamos pressionar o poder público para acabar com essa imoralidade. Por isso convocamos a todos para ocupar as ruas e as praças para mudarmos a política de transporte da cidade e conquistar uma passagem de ônibus com preço justo. 

ABAIXO O AUMENTO DAS PASSAGENS!
MEIO PASSE PARA TODOS OS ESTUDANTES!
CONTRA O AUMENTO IMORAL DO SALÁRIO DOS VEREADORES!
ABAIXO A MÁFIA DO TRANSPORTE!


Próxima reunião do Comitê de Luta Contra o Aumento das Passagens 
Dia: 31/01/13
Horário: 18h00min
Local: SINDIELETRO - R. Mucuri 271, Floresta - BH
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Ato Contra o Aumento das Passagens - 15 de janeiro


 No dia 15 de Janeiro, o Comitê de Luta Contra o Aumento das Passagens, organizado pela AMES-BH, grêmios estudantis, DA’s, DCE’s e sindicatos, realizou um ato público na Praça 7. Com panfletos e muita agitação, foi denunciada a política atrasada da Prefeitura, que concilia com os empresários do transporte coletivo e desrespeita os interesses da população.
 Esse ato marca o início de uma grande jornada de lutas, rumo à conquista de abaixar o preço da passagem. Convidamos todos os trabalhadores, estudantes e todos aqueles que fazem uso do caro e precário transporte coletivo a se juntarem a nós! O ano de 2013 será marcado por essa conquista.
Exigimos a imediata revogação do contrato de concessão da PBH com a máfia do transporte coletivo, a imediata redução do valor das tarifas dos ônibus e o meio passe para todos os estudantes! Esse aumento é um assalto!
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Abaixo o aumento das passagens!


Recentemente a população de Belo Horizonte foi surpreendida por mais um aumento abusivo das passagens do transporte coletivo. O chamado “reajuste” de passagem ocorreu por debaixo dos panos, sem nenhuma discussão com a sociedade ou estudo técnico que comprovasse a necessidade de aumento. Isto é, na verdade, um assalto ao bolso dos usuários.
            Não é de hoje que Belo Horizonte tem uma das passagens mais caras do Brasil, e o pior é que este preço altíssimo que pagamos não corresponde à qualidade do transporte. Enfrentamos diariamente ônibus super lotados, com frotas muito velhas e de péssima qualidade. Estes problemas ocorrem porque em nossa cidade o transporte é administrado por empresas privadas, que na verdade se organizam como uma máfia, e lucram milhões de reais por dia às custas da população belo-horizontina. 
            Já a Prefeitura e Câmara Municipal, que deveriam defender a população, são mais do que omissos, são verdadeiros cúmplices da máfia dos transportes. Foram estes empresários que financiaram a campanha do Prefeito Marcio Lacerda e da maioria absoluta dos vereadores e agora vem cobrar estes “investimentos” no bolso da população. Mas os vereadores estão tranqüilos, pois este aumento não os afeta em nada, principalmente depois do aumento salarial de mais de 30%, que eles próprios se deram.
            Este aumento das passagens significa muito no bolso dos trabalhadores, pois segundo o IBGE as famílias brasileiras gastam mais com transporte do que com a alimentação. Além disso, o meio passe estudantil, conquistado após 30 anos de luta, ainda não abrange todos que precisam, pois a Prefeitura se nega a resolver o problema. O resultado disso é que 30 % dos estudantes param de estudar por não ter dinheiro para chegar à escola. 
            Precisamos unir toda a população de Belo Horizonte para lutar contra este assalto ao bolso dos usuários do transporte e dar um basta nesta máfia do transporte coletivo que só quer lucrar às custas da população.
            Em 2013 será feita a revisão da concessão dos transportes e precisamos pressionar o poder público para acabar com essa imoralidade. Por isso convocamos a todos para ocupar as ruas e as praças para mudarmos a política de transporte da cidade e conquistar uma passagem de ônibus com preço justo. 


ABAIXO O AUMENTO DAS PASSAGENS!
MEIO PASSE PARA TODOS OS ESTUDANTES!
CONTRA O AUMENTO IMORAL DO SALÁRIO DOS VEREADORES!
ABAIXO A MÁFIA DO TRANSPORTE!
                  
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Ames-BH Realiza seu 5º Congresso


Ocorreu no dia 1 de dezembro de 2012 o 5º congresso da AMES-BH, que comemorou os 10 anos de fundação e luta pelos direitos dos estudantes de Belo Horizonte e região metropolitana. Sediado no CEFET-MG, o encontro reuniu as principais lideranças do movimento estudantil de Belo Horizonte e região metropolitano, para debater os rumos da educação e a situação dos estudantes em um país onde a educação passa por situação de abandono. A pauta principal fez referencia a insuficiente assistência estudantil, o meio passe para todos os estudantes e o aumento das passagens.
                Estiveram presente na mesa de abertura Bia Martins, coordenadora geral da FENET- Federação Nacional dos Estudantes do Ensino Técnico, Rafael Araújo, vice-presidente da AERJ- Associação dos Estudantes do Rio de Janeiro, Fernando Alves membro do PCR, e a assessoria do Deputado Estadual Paulo Lamac. Após a abertura o plenário foi dividido em grupos de debate que discutiram os temas: Movimento Estudantil, Educação e Combate ao Machismo e a Homofobia. Dos grupos, foram tiradas as propostas especificas para a pauta de lutas da entidade nos próximos dois anos.
                No Período da tarde os grupos retornaram ao plenário onde foi realizado o painel “10 anos da AMES-BH/Meio passe para todos os estudantes” com a presença de Ana Gabriela e Guilherme Silva, ex-presidentes da entidade, Gladson Reis até então presidente e Chiquinho Maciel da Auditoria do Transporte Coletivo de BH.
                O congresso relembrou o histórico de lutas da AMES- BH ao longo de sua existência e sua principal bandeira: O Meio passe, saudando a conquista do benéfico para os estudantes em 2010, ressaltando a necessidade de fortalecer a luta, e vencer a burocracia imposta pela prefeitura de Belo Horizonte, que impede que todos tenham acesso ao direito conquistado e garantido por lei.
                Devemos intensificar as mobilizações para garantir o meio passe metropolitano e ainda barrar o aumento das passagens para R$ 2,80, que está previsto para ser efetivado no dia 29 de dezembro. Em seguido foi exibido o vídeo comemorativo de 10 anos da entidade, dando inicio a plenária final onde as propostas dos grupos e a nova diretoria da AMES-BH foram votadas e aprovadas. Gladson Reis despediu-se com emoção da entidade, repassando a presidência a Lincoln Emmanuel, estudante do Instituto de Educação de Minas Gerais.

André Leandro, Diretor de Comunicação.
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Reunião da nova diretoria encaminha luta pelo meio passe e contra o aumento das passagens


Nessa terça-feira, 4 de dezembro aconteceu a primeira reunião da nova diretoria eleita no 5º Congresso da AMES-BH, onde reafirmamos a importância da carteira de estudante da AMES-BH para a construção do movimento estudantil, e a garantia do direito a meia entrada. Demos início à campanha da Carteira para o ano de 2013, ressaltando a necessidade de expandir o número de confecções.

Na pauta da reunião ainda debatemos nossa atuação na luta contra o aumento das passagens. Todos os anos, geralmente nos últimos dias de dezembro, ocorre o reajuste das passagens de ônibus e metrô. A data é estratégica e o aumento abusivo. Esse ano, a passagem de R$2,65 passa pra R$2,80.
A maior contradição é se avaliarmos a questão custo/qualidade, pois o serviço prestado à população é caótico. Diariamente passamos por atrasos, ônibus super lotados, muitas vezes veículos velhos e quebrados. Tudo isso só nos mostra que o compromisso das empresas de ônibus é apenas com seu lucro e não com o usuário.Por isso a necessidade de barrar o aumento.

O meio passe estudantil só atende 7 mil estudantes, num universo de 200mil. Fruto da má divulgação e do pouco esforço em cumprir a lei por parte da Prefeitura.
O processo é extremamente burocrático e mesmo quem já tem o benefício passa por dificuldades. O cartão é frágil, se perder são 18 reais e 15 dias pra reavê-lo . E os postos de recargas são pouquíssimos.Para garantir a melhora do acesso dos estudantes ao meio passe,defendemos que o controle da confecção do cartão esteja nas mãos da entidade estudantil que representa a luta dos estudantes da nossa cidade.



AMES convida à Festa de Aniversário da Cidade e ao Ato Contra o Aumento das Passagens e Meio Passe pra todos

Oitenta (80) pontos de alagamento identificados, 2.600 residências em áreas de risco. São dados da Defesa Civil de Belo Horizonte no último mês. Em BH chega a 170 mil o número de famílias sem moradia adequada. Enquanto isso a Prefeitura gastou 32 milhões de reais em propaganda no ano de 2012. O Prefeito Márcio Lacerda, questionado sobre os estragos causados pela chuva no mês de novembro disse ironicamente que a prefeitura deveria então ser mais babá dos belo horizontinos.
No aniversário de Belo Horizonte, não queremos os “presentes” que o Márcio Lacerda está nos preparando:
- Aumento das passagens
- Ameaça de despejo das famílias das ocupações
- Paralisação das obras
- Interdição das ruas em caso de chuva
- Aumento do seu próprio salário $$$…

DIA 12/12/12 (quarta-feira) - FESTA DE ANIVERSÁRIO À FANTASIA. BH NÃO PRECISA DE BABÁ. FORA LACERDA!
Concentração 16hs na Praça Sete
13hs, na sede da AMES (R. da Bahia, 573, sl 304) - oficina de cartazes e camisetas


DIA 13/12 (quinta-feira) - Ato Contra o Aumento das Passagens e pelo Meio Passe pra TODOS os estudantes!
14hs na Praça Sete









Karine de Sá, 1ª Diretora de Comunicação


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Vem aí o 5º Congresso da AMES!



No dia 1º de Dezembro acontecerá, a partir das 9h, no CEFET-MG (campus 1), o 5º CONAMES (Congresso da Associação Metropolitana dos Estudantes Secundaristas da Grande BH). Estudantes de toda a capital e da região metropolitana se reunirão num grande evento, onde será eleita a nova diretoria da entidade e debatidos os rumos do movimento estudantil pelos próximos dois anos. Haverá apresentações culturais e o encerramento com a banda "Graveola e o Lixo Polifônico".
O Congresso vem em um momento crítico, onde o Prefeito de BH, Marcio Lacerda, se nega a cumprir a lei do meio passe para todos os estudantes, que foi garantida após mais de 25 anos de luta, derrubando a regra estabelecida pela Prefeitura de que apenas os jovens inscritos em programas sociais teriam o direito. E apesar de não garantir o transporte de qualidadea que temos direito, a Prefeitura ameaça agora aumentar o preço das passagens  para R$2,80. Na região metropolitana a situação ainda é pior, pois a precarização do transporte é grande e os preços são ainda mais abusivos, obrigando pais e estudantes a comprometer um terço de sua renda mensal apenas com passagens. Como já foi provado em Belo Horizonte e vários outros estados do país, apenas através da luta é que conseguiremos barrar o aumento e conquistar o meio passe para todos.
Mas o problema não para por aí, pois dentro de muitas escolas faltam carteiras, quadras de qualidade, boa estrutura e até mesmo professores. O incentivo à cultura e arte é pouco, e as mulheres jovens sofrem ainda com a opressão e falta de assistência contra a violência, até mesmo dentro das escolas. E quando pensamos que, saindo do ensino médio, poderemos cursar a universidade, nos deparamos com o fato de que mais de 5 milhões de jovens não terão esse direito, pois não há vagas suficientes. Como se não bastasse, muitas vezes falta democracia nas escolas, os estudantes são tratados como irresponsáveis e não tem o direito de dar a sua opinião e lutar por melhorias.
O 5º CONAMES será o espaço para debatermos esses problemas e organizarmos a luta  para barrar o aumento das passagens, conquistarmos o meio passe para todos e intermetropolitano, o livre acesso à universidade, e uma educação pública, gratuita e de qualidade. Mobilize sua escola e participe!

VOCÊ CANTA, DANÇA, INTERPRETA OU TEM ALGUM TALENTO?
Inscreva-se para participar da programação cultural do Congresso! O espaço está aberto para bandas, grupos de dança e apresentações individuais. Entre em contato através do blog ou do número (31)7529-5809.
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3ª Grande Marcha FORA LACERDA!





No dia 01 de setembro de 2012, a população Belo Horizontina se reunirá para a 3ª Grande Marcha FORA LACERDA! Para mostrar ao senhor prefeito que seus dias estão contados! BH é nossa!

Estarão presentes todos os movimentos sociais e entidades que fazem parte do Fora Lacerda. Será um grande evento e a AMES-BH estará presente !

Na primeira marcha éramos 2 mil! Agora nosso objetivo é colocar 5 mil pessoas na rua!!

Contamos com a presença de todos - e vestidos de laranja!

Concentração na Praça da Liberdade, a partir das 13h!

Acesse: www.foralacerda.com
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FAÇA JÁ A SUA CARTEIRA DE ESTUDANTE DA AMES-BH!




Com a recente aprovação do meio passe, a importância de fortalecer a carteira de estudante da AMES-BH é ainda maior. Com a carteira da AMES além da meia-entrada garantida você também poderá ter descontos em produtos e serviços em algumas empresas. Veja a lista de empresas conveniadas com a Carteira de Estudante da AMES-BH aqui no blog.
Para fazer a carteira, o estudante necessita preencher o formulário (clique aqui para fazer o download), carimbá-lo na secretaria da própria escola ou levar um comprovante de escolaridade ou boleto de matrícula, uma foto 3x4 mais a taxa de R$ 8,00.
A carteira é feita em PVC com os dados e a foto digitalizados e tem um prazo de 10 dias para ficar pronta. Uma grande novidade é que agora você pode escolher a cor da sua carteira entre Azul e Lilás (conforme a foto mostra acima).
Não perca tempo, entre em contato com a AMES-BH através do e-mail amesbh@hotmail.com ou pelo telefone 9274 5010/9348 9371 e faça já a sua carteira.
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O PNE 2012 e a luta pela transformação da educação!


Em todo Brasil os jovens vão às ruas contra o decadente sistema de ensino brasileiro
No atual momento, atravessamos uma verdadeira guerra pela aplicação de 10% do PIB na educação pública. E para vencer uma guerra, é preciso, sobretudo, conhecer o inimigo, saber quais as táticas que utiliza e saber qual o próximo passo que dará. Bem, dedicados a esta tarefa, vamos aos dados.
Quem são os inimigos da educação pública? Sem dúvida, os tubarões do ensino, donos de grandes universidades particulares e redes de ensino médio, que lucram bilhões todos os anos com o fato de não haver vaga para todos nas universidades públicas. Esses milionários têm seus lobbys garantidos no Congresso e no próprio governo. Vários são os deputados financiados por esses tubarões, quando não são os próprios, como é o caso de Wellington Salgado (PMDB-MG) dono da UNIVERSO e UNITRI, duas grandes universidades privadas. Para esses, não pode haver mais vagas nas universidades públicas, pois assim perderiam “alunos”. Ainda são os grandes lobistas do PROUNI, programa do governo que isenta fiscalmente as universidades privadas que aderem a ele, deixará de arrecadar para o governo somente este ano a cifra de R$ 1 bilhão! (http://migre.me/9IruT). Isso para criar vaga numa instituição sem pesquisa e sem extensão (e a maioria com um ensino de péssima qualidade).
São inimigos da educação os bancos. Todos os anos, o Brasil paga uma dívida pública que consome 49% de seu orçamento. Até 31 de maio de 2012, o Brasil já tinha torrado R$ 381, 259 bilhões com a dívida, somente este ano, ou seja, R$ 2,5 bilhões por dia!! Essa dívida é a grande vilã de nosso orçamento, pois todos os anos, além da destinação de quase 50% do orçamento federal para o seu pagamento, ainda se realizam cortes no orçamento das áreas sociais (educação, saúde, saneamento básico) para garantir a política do superávit primário (reserva de recursos para o pagamento da dívida), só esse ano foram cortados R$ 2,7 bi da educação e R$ 5 bi da saúde.
Ainda há os gastos que ocorrerão com os megaeventos que acontecerão no Brasil nesta década. Apenas a Copa de 2014 retirará dos cofres públicos R$ 72,5 bilhões, segundo estimativas do governo, apesar dos especialistas afirmarem que esse número deve crescer. Não é a toa que nas manifestações estudantis Brasil a fora, os estudantes sempre colocam que preferem 10% do PIB para a educação do que esses megaeventos no país. Só para constar, o investimento de 10% do PIB na educação, representa o acréscimo, ao orçamento do MEC, de R$ 85 bilhões. Governistas de plantão devem afirmar por aí que o povo prefere a Copa do mundo, pois então está dado o desafio: façamos um plebiscito popular questionando o povo brasileiro: Copa ou educação!
Todos esses interesses acima expostos são interesses de dentro do governo. Os banqueiros, em conjunto doaram R$ 9 milhões para a campanha da Dilma, as empreiteiras e construtoras (grandes beneficiárias dos megaeventos) doaram R$ 37 milhões (http://migre.me/9Is6i). Além disso, os tubarões do ensino são quase todos da base do governo. O que nos leva a entender o porquê do governo ser tão contrário à aplicação de 10% do PIB na educação.
 Quais táticas tem utilizado os inimigos da educação?
O Plano Nacional de Educação (PNE) do governo federal, cujo relator é Angelo Vanhoni (PT-PR), contém todos esses interesses em seu texto. O atual texto do PNE, por exemplo, coloca o PROUNI, o FIES e o PRONATEC, como políticas válidas para a inclusão de jovens no ensino superior, em detrimento da universidade pública.
Esse lobby dos tubarões do ensino da base governista tem como grande objetivo a introdução desses programas como política de Estado, para restringir ainda mais a educação aqueles que podem pagar e garantir os seus lucros na educação.
Para além do tímido avanço na inclusão de jovens nas universidades. Hoje temos o vergonhoso índice de ter apenas 15% dos jovens em idade universitária, matriculados nestas, e destes, 85% nas universidades privadas. O atual texto do PNE declara como meta ter 33% dos jovens na universidade daqui a 10 anos, e não especifica em que universidade, se é pública ou privada!
Outra grande ausência sentida no PNE é a política de permanência e assistência estudantil. Nada é falado sobre o PNAES (Plano Nacional de Assistência Estudantil), quando a reivindicação do movimento estudantil é clara quanto a isso. Bandejões, residências universitárias, bolsas, auxílio-passagem, são apenas alguns dos programas que dentro das universidades conseguem assegurar a um número muito reduzido de estudantes, a continuação de seus estudos. Não adianta incluir jovens pobres na universidade, através de cotas ou da ampliação das vagas, sem necessariamente transformar a política de permanência e assistência estudantil. Pois esses mesmos jovens que conseguem ingressar nos bancos universitários, se veem obrigados a abandonar os cursos que escolheram por falta de condições financeiras de continuar estudando. A triplicação imediata do PNAES é urgente para resolver um problema crônico nas universidades.
Além disso, nenhuma nota do PNE sobre a democratização da universidade. Nada é falado sobre os conselhos universitários antidemocráticos que temos hoje, nem da famigerada lista tríplice, já condenada por todos os fóruns do movimento estudantil, docente e de trabalhadores em educação. Não podemos, no entanto, esperar mais dez anos para a democratização da vida universitária no país.
A conquista dos 10% do PIB para educação pública não pode esfriar a luta, ela só começou!
Portanto, não há nenhum motivo para ufanismos. A emenda do deputado Paulo Rubem (PDT-PE) que foi aprovada na comissão de educação da câmara é clara: “10% de investimento público em educação pública”. Aí não entra PROUNI, FIES, PRONATEC, nem nada do gênero. Sem dúvida, se assim for aprovado pelo Senado e pela presidenta, será uma vitória que deve ser comemorada por todos que verdadeiramente defendem a educação no país.
Outra vitória importante da votação foi a equiparação da remuneração dos professores com a de outros profissionais com formação superior.
Porém, não há dúvidas, que esses interesses continuarão agindo contra. Segundo declaração de Ivan Valente (PSOL-SP), “A conjuntura econômica sempre será desfavorável. Portanto, é necessário que os setores que se preocupam com a qualidade da educação no país continuem atentos, para que o plano (PNE) seja cumprido”.
Portanto, nada está resolvido. Os problemas crônicos da educação superior no Brasil se avolumaram com a inclusão de novos estudantes nos últimos anos. Não há política consequente de assistência estudantil sem o necessário investimento específico nessa questão.
São etapas. Cada uma delas exigirá de nós extrema capacidade de mobilização e unidade de ação, para aumentar o coro dos descontentes com a educação no país. Ou conseguimos contagiar as amplas camadas do povo brasileiro que tem interesse na transformação de nossa educação, ou perderemos a oportunidade colocada em nossa frente. Ou conseguimos dialogar com todos e todas que tem contradição com esse projeto de educação acima exposto, ou nos dividiremos numa luta em que o inimigo está mais unido do que nunca, por que ameaçado em seus privilégios fundamentais.
Não há dúvidas, que a aprovação dos 10% o PIB na comissão de educação da câmara, é fruto da luta popular, da greve que agora toma conta da universidade brasileira e das campanhas ocorridas em torno do tema. Porém, o próximo passo dos setores sociais ligados a esses interesses acima expostos, será a tentativa de barrar o projeto no Senado, ou segurá-lo até esfriar a greve e a mobilização popular. Não podemos deixar que isso aconteça!
É necessário transformar a universidade e só conseguiremos aumentando a voz das ruas e das universidades, unida e com força! Como bem disse Ernesto Che Guevara, “A Universidade deve pintar-se, de negro, mulato, operário e camponês, ou o povo a invadirá e pintará com as cores que quiser”.
Federais de São Paulo juntas na greve!

Fonte:http://rebelesenaune.wordpress.com/
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Em audiência pública FENET reafirma: "Educação não é gasto, é investimento!"




Ocorreu no dia 11 de Julho na assembleia dos Deputados de Minas Gerais uma audiência publica para discutir a situação da greve da educação federal que já dura 56 dia. Professores, estudantes e técnico-administrativos das instituições federais de ensino exigem reestruturação das carreiras, melhorias nas condições de trabalho, uma política governamental que priorize a educação pública e prometem manter o movimento até que o governo federal abra as negociações e apresente propostas. A dificuldade de diálogo entre os servidores e os Ministérios da Educação (MEC) e do Planejamento, Orçamento e Gestão (MPOG) foi evidenciada pela ausência dos representantes desses órgãos ao longo da reunião.
"Educação não é gasto, é investimento!”

Para o professor e membro da direção do Cefet-MG, James William, uma educação de qualidade requer tempo, recursos, bons laboratórios, espaço adequado, docentes e servidores qualificados: “Isso custa caro. Mas o governo deve encarar esta tarefa como investimento e não como despesa”. O professor disse que a direção das instituições federais compreendem as revindicações e anunciou que os reitores já reunidos em plenária decidiram que não enviarão a relação de docentes e demais servidores em greve ao MEC para que não haja corte do ponto.
Bia Martins
Coordenadora Geral da FENET
Para Bia Martins Coordenadora Geral da FENET, o governo se nega a priorizar o investimento nas áreas sociais e afirmou: "O governo não prioriza a educação publica, prova disso, é que investe em educação apenas 2,9% do PIB e se nega a negociar com os professores, estudantes e técnicos administrativos em greve”. Lembrou ainda, que a falsa solução do governo para a educação é pífia, o PRONATEC serve majoritariamente para jorrar dinheiro público no bolso dos tubarões do ensino.
A servidora da Universidade Federal de Ouro Preto, Luisa de Marilac, diz que o Brasil precisa construir uma nova ideia do investimento em educação e também acerca dos servidores. Ela afirmou que o MEC tem criminalizado o movimento grevista e o tachado de elitista. “O ministro da Educação não nos recebe e teve a coragem de dizer à mídia que desconhece nossa pauta de revindicação. Nós não temos tido nem aquilo que é garantido pela Constituição Federal, a revisão anual de nossos vencimentos para repor perdas inflacionárias”, ressaltou.
Durante o tempo dedicado ao debate, os participantes expuseram questões e demandas específicas de suas categorias e entidades. A FENET, junto as outras entidades presentes, exigem que o governo negocie com o servidores e estudantes em greve.
 
Fonte :http://fenetbrasil.blogspot.com.br/


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AMES-BH DECLARA APOIO A CHAPA 'ATITUDE PARA MUDAR' NA ELEIÇÃO DO GRÊMIO DA E. E. PROFESSOR MORAIS

Nós, da Associação Metropolitana dos Estudantes Secundaristas da grande BH (AMES-BH), entidade que em 2012 completa 10 anos de luta em defesa dos direitos dos estudantes da grande BH, por uma educação de qualidade e na conquista do meio-passe para todos, vem hoje declarar apoio a CHAPA 2 –ATITUDE PRA MUDAR nas eleições do grêmio da E. E. Professor Morais. Sabemos o quanto é importante a formação do grêmio estudantil para lutar pelos nossos direitos, promover atividades culturais e esportivas e fortalecer a luta por uma educação de qualidade na nossa escola. O grêmio deve ser feito por estudantes e estar ao lado dos estudantes.  
Na histórica luta pelo meio-passe em nossa cidade, os estudantes do Prof. Morais sempre estiveram presentes e foram fundamentais nessa conquista.  Porém, apesar de aprovado em lei o Meio-passe para todos os estudantes, a prefeitura de Belo Horizonte com toda sua burocracia não permite que  esse benefício  atenda a todos os estudantes. No Morais, por exemplo, apenas 187 dos quase 1.500 alunos possuem o benefício. Além disso, em 2011 houve uma greve de 112 dias dos professores da rede estadual e o governo do estado pouco fez para resolver os problemas dos professores, demonstrando um verdadeiro descaso com a população e com a educação no nosso estado.  Por isso precisamos manter e fortalecer essa luta por um meio-passe realmente para todos e para que a educação seja tratada com prioridade. Para isso é necessário um grêmio que se proponha a lutar e garantir o direito dos estudantes.  
Além disso, no Morais, os estudantes sofrem com vários problemas estruturais. A biblioteca do Morais não cobre a necessidade dos estudantes, a quadra poliesportiva, se é que pode ser chamada assim, esta em condições precárias, não existe laboratório de informática, as atividades culturais não são tratadas com prioridade e algumas salas não têm janela e faltam cadeiras. Precisamos unir nossas forças e lutas por melhorias na nossa escola. 
A chapa ‘ ATITUDE PARA MUDAR’, independente a política do governo do estado e da prefeitura é quem mais tem condição de fazer as mobilizações necessárias para garantir junto aos alunos do 1º, 2º e 3º ano as conquistas que precisamos. 
  
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PROFESSORES DAS INSTITUIÇÕES FEDERAIS EM GREVE!


Os professores das instituições federais de ensino superior estão em greve desde o dia 17 de maio, em defesa de melhores salários e condições de trabalho. São mais de 50 instituições paralisadas, e outras 4 com indicativo. Até mesmo instituições que não entravam em greve a muitos anos, agora aderem à paralisação (a exemplo da UFRJ). Os técnicos administrativos também se preparam para cruzar os braços a partir do dia 11. As reivindicações são: Carreira única com incorporação das gratificações em 13 níveis remuneratórios, variação de 5% entre níveis e percentuais de acréscimo relativos à titulação e ao regime de trabalho.
A paralisação é resultado do descaso total do Governo Federal com a categoria: Em 2011, foi apresentado pelo Governo um projeto que proibia o aumento dos salários e os concursos públicos durante 10 anos, além de seguidos cortes de verbas e outros projetos que sucateavam a educação. Os professores cruzaram os braços durante os mais de 3 meses de greve nacional, que envolveu as redes federal e estadual em diversos estados. Durante esse tempo, a tentativa do Governo de colocar a sociedade contra os professores também não deu certo: foram diversas manifestações de estudantes e outras categorias em defesa do movimento. Após muita pressão, o governo aceitou chegar a um acordo com os professores, que em linhas gerais consistia em um reajuste sobre o vencimento e as gratificações da categoria, que somava cerca de 4%. Parecia ser o resultado da luta enfim nas mãos dos trabalhadores.
Mas como se sabe, na sociedade em que vivemos a educação pública está sendo cada vez mais precarizada para garantir os lucros dos donos das instituições privadas, os tubarões do ensino. E assim como o Governo Estadual fez com os professores da rede, que ano passado também estiveram em greve, o Governo Federal não aplicou as medidas do acordo feito com os trabalhadores, e lançou um Projeto de Lei totalmente diferente. Além disso, nesse ano já foram anunciados mais cortes na educação e outras áreas sociais.
Isso só mostra a necessidade de aumentar ainda mais as mobilizações. É por isso que a AMES-BH apoia a greve dos professores a convoca todos os estudantes e grêmios estudantis a irem as ruas em defesa da valorização dos trabalhadores em educação!

O PROFESSOR É MEU AMIGO! MEXEU COM ELE, MEXEU COMIGO!
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Delegação mineira está a caminho do ENET!


A delegação mineira do 2º ENET (Encontro Nacional de Estudantes de Escolas Técnicas) já está na estrada, a caminho de Pernambuco! O encontro acontecerá no IF - Instuto Federal do Sertão Pernambucano, na cidade de Petrolina, nos dias 7, 8 e 9 de junho. A bancada está bem representada, contando com dois ônibus de estudantes de Belo Horizonte, Ouro Preto, Nepomuceno, Contagem, Varginha, Machado e outras cidades.
No período de mobilização, aconteceram plenárias e debates nas escolas técnicas de todo o estado. O 2º ENET também é resultado de um ano cheio de lutas contra o corte de verbas na educação, em defesa de uma educação técnica pública, gratuita e de qualidade, e também da natureza brasileira (a exemplo das mobilizações do “Veta tudo, Dilma”). No último encontro, foi fundada a FENET - Federação Nacional dos Estudantes de Escolas Técnicas.
Escolas de todo o país se encontrarão pra debater sobre os rumos do ensino técnico no Brasil, e eleger a nova diretoria da FENET para mais um ano de muitas mobilizações!

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Saiba a real situação do meio-passe em BH


Depois de anos de luta, atos, ocupações e manifestações nós conquistamos mais uma importante vitória: o meio-passe para os estudantes do ensino médio da rede pública de BH. Com isso, foi derrubada a regra imposta pela prefeitura que apenas estudantes atendidos por programa social poderiam ter o direito. Todos os estudantes do ensino médio de BH devem fazer o requerimento do meio-passe.

Essa vitória não foi dada de mão beijada, mas foi resultado da pressão dos grêmios estudantis e da AMES-BH, que pararam a Praça 7 por dezenas de vezes exigindo esse direito para os estudantes. Mesmo depois da primeira conquista a aprovação da Lei do Meio-Passe, os estudantes foram às ruas exigir o fim da burocracia e das regras impostas pela prefeitura para dificultar a vida do estudante.

PREFEITO QUER ATACAR MAIS UMA VEZ NOSSO DIREITO

Mas a prefeitura contra-ataca. E a enorme burocracia e lentidão tem impedido que os estudantes recebam seu cartão do meio-passe. Dos 7 mil estudantes que tiveram seu pedido aprovado, apenas 400 tiveram seus cartões produzidos até agora. O resultado é que a maioria dos estudantes ainda não recebeu o passe e são 90mil os estudantes de ensino médio público em BH. O prefeito quer nos fazer de bobo!

 No ano passado, a prefeitura anunciou meio-passe para 10 mil estudantes, mas só 2 mil receberam o cartão por conta da má vontade, lentidão e burocracia quanto o assunto é atender os nossos direitos. E tem mais: o Prefeito Marcio Lacerda gastou R$32 milhões com propaganda. Enquanto isso, menos de 300mil foi usado para financiar o meio-passe no ano passado, depois de ter prometido investir 4,5 milhões.  Tudo isso mostra que não se deve confiar nas promessas do prefeito nem um tiquinho assim!

Por isso não vamos ficar parados! Defendemos que todos os estudantes tenham direito ao meio-passe seja de ensino fundamental, médio ou superior, público ou privado. Esse direto já existe em diversas capitais, como São Paulo e Recife.

O principal meio de identificação dos estudantes é a carteira de estudantil que é confeccionada pelas entidades representativas. Defendemos que a carteira de estudante também sirva como controle e fiscalização do processo do meio-passe.

Hoje os empresários e a prefeitura tem controle total da confecção dos cartões do meio-passe e não estão interessados em agilizar o processo.  Os estudantes tem que através de sua entidade, participar desde a confecção até a entrega do passe para assegurar os nossos interesses e barrar a sede de lucro dos empresários.  

FAÇA SUA CARTEIRA DA AMES-BH E CONTRIBUA COM A LUTA DO MEIO-PASSE!

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REPRESSÃO NO ESTADUAL CENTRAL

Confira a entrevista de Júlia Raffo, diretora da AMES-BH, sobre a repressão da direção do Estadual Central, que quer impedir a livre organização do movimento estudantil em uma das escolas mais tradicionais e atuantes de Belo Horizonte: http://www.rebeliao.org/modules/AMS/article.php?storyid=111
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PRÉ-CARNAVAL DA AMES-BH É NA LUTA!!!




Mais de 500 estudantes organizados pela AMES-BH e diversos grêmios estudantis pararam as ruas do centro de Belo Horizonte, realizando mais uma manifestação pelo meio-passe estudantil.
O ato começou na Praça 7 em clima de muita animação com faixas, bandeiras e palavras de ordem. A primeira parada foi em frente a Secretaria de Políticas Sociais da Prefeitura, uma das principais responsáveis pela implantação do meio-passe estudantil. O secretário da pasta, Jorge Nahas há duas semanas anunciou que a prefeitura garantiria passe para todos os estudantes do ensino médio. “Essa promessa da prefeitura não vai ser cumprida. Eles tão dizendo que vão beneficiar 16 mil estudantes, mas só no ensino médio público são mais de 90 mil. Não vão enrolar a gente”, disse Gladson Reis, presidente da AMES-BH.
Depois o ato partiu pelas ruas do centro até a sede da prefeitura, na Rua Afonso Pena. Os estudantes entregaram uma pauta de reivindicações que incluía meio-passe para todos os estudantes, redução da tarifa dos ônibus, facilitação do processo de recarregamento e controle dos estudantes sobre o passe. A AMES-BH também exigiu uma audiência com a Prefeitura para expor o posicionamento dos estudantes.
Essa manifestação em vésperas de carnaval mostra a disposição de luta dos estudantes de Belo Horizonte que em 2012 vão conquistar meio-passe para todos.
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PAUTA DE REIVINDICAÇÕES À PREFEITURA

Confira a pauta de reivindicações entregue hoje pela AMES-BH a Prefeitura de Belo Horizonte:


Ao Sr. Prefeito Márcio Lacerda;
A Associação Metropolitana dos Estudantes Secundaristas da Grande Belo Horizonte , AMES-BH, em conjunto com diversos grêmios estudantis e estudantes em manifestação, dá a conhecimento da prefeitura a pauta de reivindicação estudantil quanto a questão do transporte coletivo:
1. Meio-passe para todos os estudantes. O número anunciado pela prefeitura de beneficiados no ensino médio está muito aquém de contemplar a demanda de cerca de 90 mil estudantes de instituições públicas, sem falar de 20 mil estudantes da rede particular. Apenas na primeira semana do novo cadastro online quase 10 mil entraram com o pedido do benefício, portanto 16 mil são insuficientes. O meio-passe deve contemplar estudantes de ensino fundamental, médio e superior, sendo da rede pública e particular, superando o atraso histórico que faz com que Belo Horizonte seja a única capital em que os estudantes pagam integralmente a tarifa no transporte coletivo.
2. Congelamento das tarifas do transporte coletivo a R$ 2,45, tendo em vista o peso que o preço das passagens tem sobre o orçamento da família trabalhadora.
3. Desburocratização do processo de requisição, acesso ao meio-passe e recarregamento dos cartões. Há poucos postos de atendimento aos que precisam entregar pedidos de requisição do beneficio e estudantes precisam se deslocar para distante de sua unidade de ensino e local de moradia para recarregar os cartões. A circulação de informações é precária e nos postos do BH Resolve não há orientação correta sobre o passe.
4. Carteira da AMES-BH como forma de acesso ao meio-passe. Os estudantes e sua entidade devem participar do controle do beneficio e não apenas o empresariado. A melhor forma de garantir que os estudantes sejam de fato contemplados são eles próprios participarem do processo de confecção das carteiras que dão acesso ao meio-passe.
Aguardamos a audiência já requisitada com o Sr Prefeito para tratar dos pontos supracitados.
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Debate reúne mais de 800 estudantes no CEFET-MG


Na última quinta-feira dia 9/2, o Grêmio “A Luta Não Para” e a Federação Nacional dos Estudantes de Escola Técnica (FENET) organizaram um grande debate com o tema: Os desafios do ensino técnico na construção de um cidadão consciente.

O evento ocorreu no auditório principal do Campus I do CEFET-MG e contou com a presença de James Willian (Diretor de Educação Profissional e Tecnológica do CEFET-MG), Jussara Beagine (Pedagoga do CEFET-MG), Lincoln Emmanuel (Diretor da AMES-BH) e, coordenando a mesa, Thamires Duarte (Presidente do Grêmio do CEFET-MG e Coordenadora Geral da FENET). Mais de 800 estudantes lotaram o auditório para ouvir o debate.

Inicialmente a Coordenadora Geral da FENET pautou a relevância de se desenvolver esse debate no âmbito escolar, de despertar a consciência dos estudantes afinal almejamos não apenas bons profissionais, mas cidadãos críticos do seu papel na sociedade, apresentando a importância do Grêmio que começou a desenvolver um ótimo trabalho ao lado dos estudantes o que conseqüentemente proporcionou fazer parte da direção de uma grande entidade nacional, fundada em abril do ano passado: a FENET.

Lincoln Emmanuel, diretor da AMES-BH, destacou as precariedades e deficiências do ensino técnico no nosso país, falando da importância da organização dos estudantes em defesa de melhorias na educação pública, afirmando que o corte de verbas no ano passado na educação de quase 3 bilhões de reais comprova que o governo vigente não prioriza a educação do nosso povo, pois investe apenas 2,88% do Produto Interno Bruto(PIB) na educação enquanto mais de 40% do orçamento total da União vai para o pagamento da dívida pública.

O debate se deu em alto nível e conseguiu atingir o objetivo de aprofundar as discussões sobre o ensino técnico e fornecer um espaço amplo e democrático para todos exporem sua opinião, convocando todos a lutarem cada vez mais não só por uma educação melhor, mas por outra sociedade.

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Direção do Estadual Central chama polícia para o grêmio e AMES-BH





Ontem, dia 15 de fevereiro, diretores do grêmio do Estadual Central e da AMES-BH (Associação Metropolitana dos Estudantes Secundaristas da Grande BH) estavam nas dependências do da escola, mobilizando tranquilamente os estudantes do turno da tarde para a manifestação realizada no dia 16 de fevereiro (hoje), quando começaram a ser agredidos verbal e fisicamente por funcionários da escola que queriam impedir a mobilização e desrespeitar a lei que garante a livre organização e manifestação os estudantes. Os estudantes se negaram a parar a mobilização, por se tratar de abuso de poder e ação ilegal da direção da escola.
A situação chegou ao absurdo de o funcionário Batista agredir uma estudante da escola e diretora do grêmio, além de ameaçar arremessar objetos naqueles que foram apoiar a ação do grêmio e da AMES-BH.
Achando pouco, a direção chamou a policia militar para dentro da escola, não para prender o agressor de menor de idade, mas para continuar a truculência e tirar a força os diretores da AMES-BH e ex-diretores do grêmio do Estadual Central – Julia Raffo e Bruno Duarte.
Sob total apoio e orientação da direção da escola, principalmente do Diretor Prof Jeferson que estava passando em sala para tentar desmoralizar o grêmio e da Vice-diretora Kelly que acompanhou os policiais tomando o celular do estudante Bruno e quebrando, dando uma chave de braço na estudante Julia.
Já faz muito tempo que as diferenças de ideias e opiniões no Estadual Central são tratadas como crimes e com muito preconceito, são vários casos de homossexuais que se sentem perseguidos, principalmente pela funcionária Cristina, além disso, por não ter motivos reais para atacar o grêmio, a direção da escola e seus capachos ficam inventando mentiras sobre os membros do grêmio.
Infelizmente esse acontecimento absurdo, que nos faz lembrar os estudos sobre ditadura militar das aulas de história, não é um fato isolado no Estadual Central, há anos, a direção da escola e alguns funcionários vem cometendo atos autoritários, mostrando sua sede de controlar a consciência dos estudantes, mas não vamos ficar calados.
O grêmio livre é lei conquistada há anos pelos estudantes, além disso a Ditadura Militar já acabou e junto com ela foram derrotadas também as leis que defendiam prisão de estudante que faz movimento estudantil. Por isso iremos cobrar das autoridades competentes respostas e soluções sobre os acontecimentos dentro de nossa escola nessa quarta feira, que mais uma vez passaram dos limites do absurdo.
A DITADURA JÁ TERMINOU, MAS ESQUECERAM DE AVISAR AO DIRETOR!