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SOBRE O PL DO MEIO PASSE APRESENTADO PELA PREFEITURA DE BH

O Projeto de Lei (PL) do meio-passe da Prefeitura de BH ainda não representa a solução do problema, pois não atende as reivindicações da nossa luta. Essa proposta é uma tentativa de “frear” às nossas manifestações. Mais ao contrario disso é hora de aumentar a pressão sobre a prefeitura e os vereadores para garantirmos uma lei que resolva o problema do meio-passe.

Numa reunião na Câmara no dia 23 de junho, a AMES-BH mobilizou cerca de 100 lideranças estudantis, representando várias escolas. Nesse dia apresentamos um projeto de lei para todos os Vereadores com propostas as quais não podemos abrimos mão, pois são fundamentais para a garantia da aprovação e manutenção do meio-passe de forma a atender as nossas necessidades como estudantes. Sendo elas:

1-Meio passe ilimitado, para todos os estudantes matriculados em BH.

2-O acesso ao meio passe com a carteira da AMES-BH.

3-Criação de um conselho entre AMES-BH, Prefeitura e Câmara para gerenciar e fiscalizar o funcionamento do meio-passe.

Sem dúvidas é necessária uma forma de garantir que realmente são os estudantes que terão acesso ao meio passe, então não podemos deixar que somente a PBH, Vereadores e os empresários que nos negam o meio-passe a mais de 25 anos, tenham esse controle. O meio passe deve ser controlado pelos próprios estudantes e em Belo Horizonte a entidade que tem representado essa luta é a AMES-BH.

Estas três propostas representam o meio passe real, para todos os estudantes e com controle dos próprios estudantes através dos grêmios estudantis e a AMES-BH.

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OS VERDADEIROS ESTUDANTES NÃO SE VENDEM!

Após a vitoriosa ocupação da Câmara organizada pela AMES-BH que garantiu a reabertura da discussão do meio passe, grupos que se escondem atrás de entidades estudantis (UCMG/UMES/UBES), disseram em público serem contra a manifestação dos estudantes.
Estes disseram que a manifestação afronta direitos alheios. Mas nem se preocupam com os direitos afrontados diariamente de milhares de estudantes que estão na única capital do país que pagam passagem para ir à escola. Durante a ocupação nada foi quebrado ou danificado pelos estudantes.
O que deveria ser repudiado é a posição dessas entidades estudantis de história, que dirigidas pela UJS-PCdoB / PMDB, permanecem ao lado dos interesses da máfia do transporte coletivo e principalmente contra os interesses dos estudantes.
Com o avanço da nossa conquista, grupos oportunistas como essas falsas entidades, vão tentar se aproveitar da nossa luta, mas onde estavam essas entidades enquanto a AMES organizava junto aos grêmios e estudantes nas escolas e nas ruas as manifestações que arrancaram da prefeitura o projeto de lei sobre o meio passe?
Sem dúvidas estavam tentando vender nossa luta, mas não conseguiram, pois não se vende algo que não se tem e a entidade que realmente representa os interesses dos estudantes, a AMES-BH, não está a venda.
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A LUTA DO MEIO PASSE SE APROXIMA DO FIM!


Reunião na Câmara no dia 23 de junho para apresentação do PL da Prefeitura de BH



Ocupação da Câmara dos Vereadores no dia 16 de junho de 2010



A luta dos estudantes de BH pela implementação do meio passe no transporte coletivo já dura cerca de 30 anos. Várias gerações da cidade participaram de manifestações que pararam as ruas da capital e exigiram o benefício.
No dia 16 de Junho, estudantes de várias escolas fizeram um ato histórico onde a Câmara dos Vereadores foi ocupada. Os estudantes exigiram que fosse colocado em pauta o Projeto de Lei do meio-passe. Com isso, permaneceram na Câmara até que a Prefeitura se comprometesse oficialmente com a data de entrega do projeto. Com essa pressão a prefeitura teve que reconhecer nossa manifestação e no dia 21 de junho entregou o projeto na Câmara.
Através das recentes mobilizações, fizemos com que o meio-passe se tornasse uma das discussões prioritárias dos vereadores e da prefeitura. Este fato é uma enorme conquista para o movimento estudantil, que reivindica o meio passe como forma de evitar à evasão escolar e garantir acesso à cultura, lazer e esporte aos jovens.
Não podemos esquecer que esse é apenas “o começo do fim”, o projeto da prefeitura é ruim, não atende as principais reivindicações dos estudantes. Para conquistar um projeto que contemple as necessidades dos estudantes, é preciso continuar a luta até o alcance do objetivo final. Por isso, junte-se a AMES-BH e participe do movimento que entrará para a história de BH conquistando o meio passe. Esse é o momento principal de irmos às ruas e conquistarmos nosso direito!
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Ocupação da Câmara arranca conquista na luta pelo meio-passe






A luta pelo meio-passe para todos os estudantes no transporte coletivo de Belo Horizonte se aproxima mais da conquista. No último dia 16, estudantes organizados pela AMES-BH, demonstraram grande combatividade em duas manifestações que mexeram com a cidade. Na Câmara Municipal, mais de 300 estudantes ocuparam o plenário para exigir a imediata apresentação pela Prefeitura, do projeto de Lei do meio passe e ao mesmo tempo, a praça sete foi tomada por mais de 600 estudantes.

Desde a manifestação do dia 25 de março a prefeitura se comprometeu a apresentar até o fim de abril o projeto de lei do meio-passe, mas não cumpriu a promessa. O prefeito Márcio Lacerda preferiu proteger o lucro milionário dos empresários do transporte coletivo e interrompeu as negociações com a AMES-BH para que o projeto não fosse votado neste ano.

A ocupação da câmara cumpriu um papel imprescindível, pois afirmamos que só sairíamos com o projeto de lei. Assim, obrigamos o Prefeito a parar o que estava fazendo para reunir-se com os seus secretários, discutir o meio-passe e cumprir o acordo. Desse modo, se comprometeu por escrito a no dia 21 (segunda-feira), apresentar o projeto de lei. Também ficou acordada uma reunião no dia 23 (quarta-feira) da AMES-BH com os vereadores para marcar a data da votação do projeto e discutir as propostas da entidade sobre o meio passe.

Depois de 25 anos de luta pelo meio-passe a vitoria se aproxima, pois com nossa luta estamos arrancando conquistas históricas, e demonstrando que só com a luta podemos ter conquistas. Agora é a hora de fortalecermos ainda mais nossas mobilizações e organizarmos uma grande jornada de lutas pela aprovação do meio passe para todos os estudantes em BH e reafirmar que radicalizaremos as nossas lutas e arrancaremos o meio-passe na lei ou na marra.


Gladson Reis
Presidente da AMES-BH
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Estudantes do CEFET-MG elegem um Grêmio de luta!




Em junho deste ano, o movimento estudantil secundarista mineiro foi marcado pelas eleições do Grêmio Estudantil do CEFET-MG. No decorrer das campanhas eleitorais houve pequenos conflitos e muita disputa entre as três chapas concorrentes, a “Chapa Ação”, “Atitude” e “Algo a Dizer”, cuja vencedora teve 80% dos votos, a chapa “Algo a Dizer”.
As eleições para o Grêmio do CEFET-MG ocorreram no dia 1° de junho, terça-feira, acumulando 1016 votos no total (quase 400 votos a mais que a última eleição), dentre os quais 813 foram para a chapa vencedora “Algo a Dizer”, 163 para a “Chapa Ação” e 25 para a chapa “Atitude”. Observando-se o histórico das três chapas é possível entender essa diferença esmagadora de votos.
A Chapa Atitude, detentora dos dois mandatos anteriores, agia como grêmio apenas nos períodos eleitorais, ausentando-se de lutas pelos direitos dos estudantes e deixando de realizar atividades na escola para os alunos. Caminhando no mesmo sentido encontrava-se A Chapa Ação, que realizou uma campanha eleitoral despolitizada, apelando para a compra de votos em troca de suco, além de ter sido apoiada por grupos que se escondem por trás de entidades estudantis para venderem a luta dos estudantes pelo meio passe. Já a chapa “Algo a Dizer” trilhou um caminho diferente.
Apoiada pela Associação Metropolitana de Estudantes Secundaristas da Grande BH (AMES-BH) e pela União da Juventude Rebelião (UJR), a Chapa “Algo a Dizer” foi formada por mais de 100 estudantes dos dois Campi, distribuídos por todos os cursos e turnos, que compreenderam a necessidade de ter um grêmio forte e representativo no CEFET-MG.
Lutar pelo meio passe junto a AMES-BH e pela permanência do preço do bandejão a R$1,00 foram importantes propostas da chapa “Algo a Dizer” que já estão sendo postas em prática. Outras propostas da Chapa, fundamentais para a eleição, incluem eventos culturais e esportivos cuja finalidade é integrar os alunos em momentos de lazer e entretenimento.
“Algo a Dizer” surgiu como um pequeno movimento formado pelos estudantes, porém mobilizou muitos alunos e transformou-se em uma chapa de proporções históricas. A vitória da chapa “Algo a Dizer” comprovou que os estudantes do CEFET-MG querem um grêmio atuante e representativo, além de demonstrar a força de mudança que os estudantes possuem quando estão unidos.


Sabrina Santana, Secretária Geral do Grêmio do CEFET-MG e
Guilherme Silva, militante da UJR
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MANIFESTAÇÃO PELA VOTAÇÃO DO PROJETO DE LEI DO MEIO PASSE - 16 DE JUNHO!



AUNDIÊNCIA PÚBLICA GARANTE PROMESSA DE LEI DO MEIO PASSE NA CÂMARA

SAI NA LEI OU NA MARRA

No dia 28 de maio, foi realizada a audiência pública na Câmara Municipal de Belo Horizonte que discutiu o meio-passe. Na noite anterior ao dia 28 dezenas de estudantes fizeram uma vigília em frente a Câmara Municipal de Belo Horizonte em forma de protesto e pressionar o acontecimento da audiência. Garantida a Audiência que contou com a presença de cerca de 200 estudantes a prefeitura prometeu os estudantes um projeto de lei apresentado na Câmara Municipal até o dia 16 de junho.

Na noite de 27 de Março cerca de 50 estudantes levaram colchonetes para acampar em frente à Câmara Municipal de Belo Horizonte. Essa ação puxada pela AMES-BH foi em protesto à última audiência pública para discutir o meio passe que foi desmarcada um dia antes pelo Vereador Iran Barbosa e ao descaso que os vereadores e o poder público tem em discutir assuntos pautados pela população. Depois de uma noite fria os estudantes acordaram cedo, se juntaram a vários outros que chegavam e entraram em manifestação à Câmara. Com palavras de ordem como:”O dinheiro do meio pai não é capim, eu quero meio passe sim!” ocuparam todo o espaço que por direito são deles.
As 9 horas da manhã deu-se início a audiência com representantes de várias entidades estudantis como AMES-BH, UBES, UEE, UCMG, Grêmios e DA’s. Nas falas os estudantes muitos colocaram a contradição que há na proposta da prefeitura em defender meio-passe só para quem tem bolsa família e bolsa escola sendo que quem tem essas bolsas normalmente estudam perto de casa e o bolsa família e escola tem que ser para garantir material escolas, alimento e etc. e não para pagar passagem, uma das mais caras do país. Os estudantes fizeram coro com proposta defendida pela AMES-BH e deixou bem claro que o direito do meio-passe deve ser de todos os estudantes.
O que nos deixou chocados foi a UCMG – União Colegial de Minas Gerais, defender na mesa da audiência pública a proposta da prefeitura: do meio passe limitado. Ironicamente foram eles que pediram para o Vereador Iran Barbosa cancelar a audiência pública que ocorreria dias antes. Isso deixa claro a cada dia que passa quem verdadeiramente está ao lado dos estudantes.
Mas não teve espaço para essa proposta e saímos uma proposta da prefeitura: Que até o dia 16 de Junho um projeto do meio passe estaria na Câmara Municipal para ser votado. Isso é um avanço que nos conseguimos com nossa luta!
Porém a luta não para. Chegamos a uma fase decisiva nesta conquista, a fase final deu-se início. Mesmo com o projeto na Câmara, que não sabemos direito o que é, temos que está preparados. Esse ano é ano de eleição, pelo o que sabemos a câmara entra em recesso apartir do dia 23(isso pelas últimas informações que temos). E sabemos como o poder público funciona, como já dizia a velha frase popular: ”Governo é que nem feijão, só funciona na pressão” então vamos pressionar! Mesmo com a promessa do dia 16 de junho o projeto está na câmara ele pode ser bom ou ruim isso só vai depender de nós.
Pois isso a AMES-BH chama novamente os estudantes a travar essa fase final na luta! Ir para as ruas defender o meio passe para todos os estudantes!

MANIFESTAÇÃO PELA VOTAÇÃO DO PROJETO DO MEIO PASSE!
DIA 16 DE JUNHO – PRAÇA 7 – 8 HORAS DA MANHÃ!
O MEIO PASSE SAI NA LEI OU NA MARRA!
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NOTA EM DEFESA DA LEGÍTIMA MANIFESTAÇÃO DOS ESTUDANTES CONTRÁRIOS A ADESÃO DA UFMG AO ENEM NESSE ANO


Setores ligados ao governo e infiltrados no movimento estudantil vem tentando justificar a adesão da UFMG ao ENEM no ultimo dia 05 de Maio dizendo que esse é mais um passo em direção a uma universidade pública, gratuita, de qualidade e para todos. Com esse argumento, esses verdadeiros funcionários do governo, nesse mesmo dia, manipularam cerca de cem estudantes que foram levados para a porta da reitoria para a montagem de uma verdadeira encenação que culminou na adesão da UFMG ao ENEM.

No entanto a grande massa estudantil composta de trabalhadores ou filhos destes, que vêm se preparando e gastando parte considerável da sua renda familiar para passar no vestibular da UFMG, que vinha pagando cursinho, que havia comprado os livros exigidos pela universidade e se dedicando a estudar para ter as chances que têm os filhos da elite de passar no antigo e excludente modelo de seleção foi surpreendida e se revoltou com a decisão de última hora da universidade.

Indignados, no dia 11 de maio (terça-feira), 2000 estudantes de cursinhos e escolas públicas e privadas de Belo Horizonte, fizeram uma combativa manifestação no campus Pampulha da UFMG com a pauta unitária de ser contra a adesão da UFMG esse ano ao novo ENEM.

A manifestação foi legítima e os estudantes secundaristas fizeram uma irreverente mobilização: muitas palavras de ordem e animação marcaram o grande ato. Uma disposição de vencer bem diferente da “passeata” chapa branca pró-governo realizada para justificar a aprovação da adesão.

O reitor da UFMG Clélio Campolina, recebeu uma comissão de representantes dos estudantes e disse a eles que não era possível rever a posição tomada pois o prazo para mudanças no edital das provas já foi publicado e o prazo final para quaisquer mudanças terminou na última segunda-feira.

Vale lembrar que na própria universidade não houve debates com a comunidade acadêmica e o autoritarismo, muito presente nas ultimas gestões, vem sendo mantido por essa reitoria. Os pouquíssimos estudantes que sabiam dessa proposta quase secreta da UFMG, ou eram membros das congregações ou alguns integrantes da atual gestão “Outras palavras” do Diretório Central dos Estudantes – DCE-UFMG, verdadeiros agentes da reitoria e do governo.

Para finalizar, gostaríamos de chamar a atenção de todos sobre a “democratização” que supostamente o ENEM trás para a entrada nas universidades públicas federais dos estudantes oriundos das camadas populares. Gostaríamos de ressaltar duas questões a esse respeito: a primeira é que não podemos esquecer que as máfias dos cursinhos que servem hoje para "adestrar" estudantes para passar no injusto processo chamado vestibular, vão continuar existindo, mas agora com os chamados "Pré-ENEM" e os que tiverem condições de pagar os cursinhos mais caros e que forem melhor “adestrados”, continuarão sendo privilegiados no preenchimento das vagas. A segunda questão é que dados do próprio Ministério da Educação demonstram que em 2009 se inscreveram para o ENEM 4,5 milhões de candidatos no ENEM em todo país, no entanto como existem apenas 300 mil vagas nas universidades federais, ficaram de fora 4,2 milhões de estudantes que sonhavam com o ensino superior público, o que na nossa avaliação é o maior sintoma do caráter excludente do ENEM e do vestibular.

Portanto não se trata de mudar a forma da prova, que no final das contras apenas tenta mascarar o problema central. Vale lembrar que essa adesão da UFMG impôs aos estudantes oriundos de escolas públicas uma situação muito mais complicada, pois terá que pagar duas vezes para entrar na UFMG, uma para fazer o ENEM e outra para fazer a segunda etapa do vestibular interno.

Em um país rico como o Brasil, o que falta ao governo é dar prioridade para o povo e ao invés de destinar mais de 150 bilhões com pagamento de juros e amortizações da divida, ou privatizar a educação salvando os tubarões do ensino privado comprando vagas nas universidades privadas com o PROUNI, deve investir esses recursos para construir universidades por todo país, acabar com o vestibular e qualquer outro processo seletivo excludente e instituir o livre acesso a universidade pública. Esse sim é um enorme desafio que terá que ser enfrentado pelas classes trabalhadoras e sua juventude com muitas mobilização e luta.

Mais do que partidos, os que apoiaram a mobilização, foram representantes legítimos que honram a historia de luta e combatividade da UNE, da UBES e demais entidades dos estudantes. Essa situação apenas demonstrou novamente que é preciso combater e derrotar esses omissos e mentirosos “representantes” do governo no ME.



Belo Horizonte, 14 de maio de 2010.



Leonardo Pericles

Diretor de Universidades Públicas da União Nacional dos Estudantes UNE

Estudante da UFMG e Militante da União da Juventude Rebelião - UJR

Contato: 31 - 84982338



Gladson Reis

Presidente da Associação Metropolitana dos Estudantes Secundaristas da Grande Belo Horizonte AMES-BH

Diretor de Relações Internacionais da União Brasileira dos Estudantes Secundaristas UBES

Estudante do Estadual Central e Militante da União da Juventude Rebelião - UJR - Contato: 31 - 98732141
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Estudantes do CEFET-MG organizam chapa para a eleição do Grêmio

Insatisfeitos com a atual situação do Grêmio Livre Estudantil do CEFET-MG, mais de 100 estudantes de diversos cursos do CEFET-MG Campus I e II apoiados pela AMES-BH organizam a chapa "Algo a Dizer" para disputar as eleições e construir um grêmio de luta em sua escola.
Confira a baixo o texto:

Está se aproximando o dia da eleição para o grêmio estudantil do CEFET-MG, e logo os estudantes elegerão uma chapa para lutar pelos seus direitos.

O CEFET-MG tem história e necessita de um grêmio forte, que conheça os problemas dos estudantes, defenda seus interesses e organize eventos de entretenimento, lazer e integração entre os alunos. Diversos problemas são mais que visíveis e precisamos nos mobilizar em torno destas questões reais como a ausência de vários professores. A instituição necessita de um grêmio que ponha em prática suas propostas de candidatura.

Atualmente, muitos alunos, principalmente os “calouros”, desconhecem a existência de um grêmio estudantil no CEFET-MG. Assim como desconhecem a obrigação desse grêmio de opinar e interferir em assuntos relevantes que envolvam os alunos e a instituição, como a política educacional do governo e o meio-passe para todos os estudantes. Tais posturas não estão presentes na atual gestão do grêmio, cuja característica de maior irrelevância é a atitude, além de tudo não presta contas e o grêmio se quer tem um estatuto.

Você concorda com isso?

Nós da chapa “Algo a dizer” não concordamos e convidamos todos a participarem e apoiarem esse movimento, para juntos mudarmos essa situação!

Sabrina Santana, estudante de Turismo e Hebert Costa, estudante de Eletrônica do CEFET-MG.