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Para Anastasia, educação deve ser tratada com cavalaria e gás de pimenta

Mais de mil pessoas - profissionais da educação, coordenados pelo Sindicato Único dos Trabalhadores em Educação de Minas Gerais (Sind-UTE/MG) e trabalhadores da saúde, coordenados pelo Sindicato Único dos Trabalhadores da saúde (Sind-Saúde) e integrantes da Associação Metropolitana dos Estudantes Secundaristas da Grande Belo Horizonte (Ames-BH) realizaram na tarde do dia 12/7, manifestação na Cidade Administrativa, em Belo Horizonte.
As categorias foram recebidas pelo Batalhão de Choque e Cavalaria da Polícia Militar. Várias pessoas foram atingidas por grande quantidade de gás de pimenta durante a manifestação.
Paralelamente à manifestação, o Governo realizou reunião do Comitê Sindical. O Sind-UTE/MG, Sind-Saúde e o SindPol foram proibidos de participar. O Sindfisco-MG, em solidariedade às categorias em greve e diante da proibição da participação dos sindicatos em greve, se retirou da reunião. Foi a única entidade a tomar esta decisão.
Em outras regiões do estado também ocorreram manifestações como em João Monlevade e Unaí.

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Professores fazem greve contra roubo do Governo Anastasia



Os professores da rede estadual de educação entraram em greve a cerca de três semanas. Escolas de todos os cantos do estado estão paradas por um único motivo: O Governo do Estado paga um salário de miséria - R$369 para o profissional que inicia carreira. Além de injusta, essa atitude vai contra a lei federal, que garante aos professores um piso salarial de R$1.650 por mês, sem contar os benefícios que são adquiridos ao longo da carreira, como biênio, quinquênio, pó-de-giz, etc.

Depois de anos de lutas e diversas conquistas através da greve, o Governo investiu em mais um ataque, tentando enganar os trabalhadores. Fez uma enorme propaganda, dizendo que pagava o piso estabelecido por lei e, enquanto isso, retirou todos os benefícios de carreira, direito também conquistado pelos professores. Ou seja, continua desrespeitando a lei e principalmente o direito da categoria.

Esse é mais um ataque à educação pública, do Governo que garante os direitos dos ricos e oprime cada vez mais jovens e trabalhadores, principalmente aqueles que lutam por uma educação pública, gratuita e de qualidade, por saúde para todos, moradia, por uma sociedade justa e igualitária.

Por isso, os estudantes precisam se unir aos professores nessa luta, que é de todos.


Participe conosco da próxima Assembleia dos Professores!

Dia 06/07, às 14h

Local: Praça da Assembleia (ao lado da Assembleia Legislativa)
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AMES-BH participa da XIX Convenção Nacional de Solidariedade a Cuba


O Movimento Paulista de Solidariedade a Cuba, junto a outras entidades, realizou entre os dias 24 e 26 de junho, a XIX Convenção Nacional de Solidariedade a Cuba. Cerca de 500 pessoas de 14 estados brasileiros, além de delegações internacionais, participaram do evento, que reafirmou a solidariedade de brasileiros com o país em que o povo, através da luta, fez uma revolução e libertou-se da exploração da sociedade capitalista.
No dia 24, pela manhã, houve a palestra "A importância da Revolução Cubana no marco dos 50 anos da vitória em Playa Girón e a solidariedade internacional", que contou com a participação de Kenia Serrano Puig, presidenta do Instituto Cubano de Amizade aos Povos, Dôra Cesar do Nescuba e Coronel Jorge Herrera Medina, combatente da batalha de Girón. À noite, na abertura oficial, a mesa foi composta pelo Embaixador de Cuba no Brasil, Carlos Zamora Rodriguez, Kenia Puig e diversas entidades, partidos políticos e centrais sindicais que convocaram a convenção. Nessa mesa, foi pautada a importância da revolução e da libertação dos 5 patriotas cubanos presos injustamente nos EUA.
O segundo dia foi marcado por atividades como a palestra "Bloqueio econômico e midiático", onde foi pautado o embargo, a propaganda anti-socialista feita pelos EUA pela internet e o modo com que o governo cubano tem, junto à população, respondido aos bloqueios. À tarde aconteceram os grupos de trabalho, nos quais os participantes puderam optar por debater o bloqueio econômico, bloqueio midiático, solidariedade a Cuba, frentes parlamentares ou libertação dos 5 patriotas.
O evento também contou com diversas apresentações culturais, como o cantor Pedro Munhoz, e a bateria da escola de samba Ilha da Magia, com o enredo "Cuba sim, em nome da verdade". Além disso, aconteceram mini-cursos e oficinas com vários temas relacionados à história, realidade e cultura cubana.
Foi marcante a presença massiva de jovens, principalmente estudantes, na convenção, demonstrando que a juventude sente está disposta a se solidarizar e lutar por uma nova sociedade, livre da exploração que vivemos.
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FENET realiza sua primeira audiência com o MEC


   Ao completar um mês de existência a FENET esteve presente em Brasília! Os diretores da FENET estiveram na capital Federal para uma reunir-se com o Secretário de Educação Profissional e Tecnológica do MEC, Eliezer Pacheco  e com o Ministro da Educação Fernando Haddad. 
   Durante a reunião inciada após as 14 horas, foram abordados diversos assuntos e temas. O repúdio ao investimento de verba pública no sistema S , Brasil Profissionalizante e a criação do PRONATEC foi criticado. A gestão democrática no Sistema S foi colocado em pauta, já que a maior parte do investimento é público, a posição do Ministro é a favor dessa medida, porém não apresentou nenhum projeto que se colocasse realmente contra a não participação dos alunos na decisão escolar.
   O corte de verba foi discutido, questionamentos como o fato do Brasil destinar aproximadamente 45% do PIB para o pagamento da dívida pública foram enfatizados. O ministro Fernando Haddad afirmou diversas vezes que os gráficos apresentados no site da auditoria da dívida estavam errados.
   O momento mais crítico da reunião se deu quando os problemas da transformação de CEFET/MG para IF foram levados à tona, como por exemplo a demissão de 396 do CEFET/MG ser levado como um método de retaliação do Ministério da Educação, esse fato tratado pelo Exmo. Ministro como articulações do Diretor-Geral. Em muitos momentos da reunião as que as palavras do Ministro Fernando Haddad e Diretor-Geral do CEFET se contrapunham. Para levar a informação aos alunos e fazer com que a comunidade discuta o seu destino  a direção da FENET propôs um debate aberto entre o MEC (defendendo o IF) e a direção (defendendo a Universidade Tecnológica). 
   O posicionamento de 'abstenção' do governo brasileiro correlação a prisão do Presidente da Federação dos Estudantes Universitários do Equador foi tratado de forma repudiosa, já que o Brasil tem relações estreitas com um País que condena um estudante por protestar e garantir os seus direitos.
   Para dar fim a reunião pontos sobre a assistência estudantil foram tratados, o Ministro se colocou a favor do Restaurante Universitário (Bandejão), porém a justificativa usada pelo mesmo foi o pouco tempo de existência da maioria dos IF's, o contra-argumento usado pelos diretores da FENET eram que Campi  como os do CEFET/RJ e IFRJ já existem a décadas e mesmo assim não tem nenhuma garantia de assistência estudantil digna.
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Minas Gerais marca presença na Jornada Nacional de Lutas da FENET


  Os estudantes do CEFET-MG de Belo Horizonte reuniram-se as 12:30 para dar início a jornada nacional de lutas pela melhoria do ensino técnico e contra o corte de verbas, com muita animação e contando com a presença de vários estudantes, o CEFET mostrou mais uma vez sua enorme capacidade de mobilização. 
   Organizados pela FENET juntamente ao Grêmio estudantil, uma comissão com vários estudantes ocuparam a diretoria levando uma pauta com diversas reivindicações de melhorias para a instituição. Os estudantes foram atendidos pelo Diretor de Planejamento e Gestão Márcio Silva Basílio, que garantiu avaliar rapidamente todos os tópicos exigidos pelos alunos e se comprometeu a resolver tais questões imediatamente. Algumas das exigências pautadas foram: Maior investimento em assistência estudantil, melhoria nos laboratórios, facilitar o deslocamento dos estudantes do Campus I ao Campus II (inter-campi). 
     Logo em seguida foi enviado uma carta da FENET ao Ministério de Educação e Cultura (MEC), destacando uma série de mudanças necessárias no ensino técnico. 
    O Ato realizado teve grande representatividade e repercussão mostrando que essa geração vai lutar intensamente para mudar a educação desse país!