"Educação não é gasto, é investimento!”
Para o
professor e membro da direção do Cefet-MG, James William, uma educação de qualidade requer tempo,
recursos, bons laboratórios, espaço adequado, docentes e servidores
qualificados: “Isso custa caro. Mas o governo deve encarar esta tarefa como
investimento e não como despesa”. O professor disse que a direção das
instituições federais compreendem as revindicações e anunciou que os
reitores já reunidos em plenária decidiram que não enviarão a relação de
docentes e demais servidores em greve ao MEC para que não haja corte do ponto.
Bia Martins Coordenadora Geral da FENET |
A
servidora da Universidade Federal de Ouro Preto, Luisa de Marilac, diz
que o Brasil precisa construir uma nova ideia do investimento em
educação e também acerca dos servidores. Ela afirmou que o MEC tem
criminalizado o movimento grevista e o tachado de elitista. “O ministro da
Educação não nos recebe e teve a coragem de dizer à mídia que desconhece nossa
pauta de revindicação. Nós não temos tido nem aquilo que é garantido pela
Constituição Federal, a revisão anual de nossos vencimentos para repor perdas
inflacionárias”, ressaltou.
Durante
o tempo dedicado ao debate, os participantes expuseram questões e demandas
específicas de suas categorias e entidades. A FENET, junto as outras entidades
presentes, exigem que o governo negocie com o servidores e estudantes em greve.
Fonte :http://fenetbrasil.blogspot.com.br/
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